O interessante dessa oração é que não era para ser repetida (como uma oração oca e sem significado), mas que essas palavras fossem refletidas, experimentas, vivenciadas na vida daquele que decidiu por seguir Jesus.
Pai nosso, que estás nos céus,
Nas palavras de Jesus, Deus quer ser chamado e muito mais ser considerado e reconhecido como o teu Pai, esse é o plano, é para isso que Jesus veio, reconciliar, perdoar, remir, libertar e “criar” um laço tão forte que a única maneira de entendê-lo é caracterizá-lo como um laço familiar, deixar de ser servo de Deus para ser filho dEle. Portanto a primeira grande lição que essa oração nos mostra é que Deus quer mudar o tipo de relacionamento conosco, mais íntimo, mais pessoal, mais afetuoso.
O plano de Deus sempre foi esse e sempre será! A religião tenta criar obstáculos, fases, ritos para que isso aconteça gradualmente ou não aconteça caso você não seja digno, mas Jesus rompe isso e declara aos seus discípulos que aqueles que o crêem e o seguem são considerados “automaticamente” independente da confissão religiosa, filhos de Deus.
“Mas aos que o receberam, aos que crêem em seu nome, ele deu o poder de se tornarem filhos de Deus” – (João 1:12)
“Filhos, vós bem que sois: Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abbá-Pai! Portanto, já não és mais escravo, mas filho...” – (Gálatas 4:6)
Na compreensão semita daquela época, “céus” significa em todo lugar e não só no céu especificamente, ou seja, que o meu e o seu Pai Celestial está em todo lugar, onipresente.
Se subo aos céus, aí estás! Deito-me nos infernos, aí estás! - (Salmo 139:8)
Sendo assim a primeira frase dessa oração revela:
1. Deus quer ter uma relação pessoal e íntima conosco, como Pai e filho.
Pai nosso, que estás nos céus,
Nas palavras de Jesus, Deus quer ser chamado e muito mais ser considerado e reconhecido como o teu Pai, esse é o plano, é para isso que Jesus veio, reconciliar, perdoar, remir, libertar e “criar” um laço tão forte que a única maneira de entendê-lo é caracterizá-lo como um laço familiar, deixar de ser servo de Deus para ser filho dEle. Portanto a primeira grande lição que essa oração nos mostra é que Deus quer mudar o tipo de relacionamento conosco, mais íntimo, mais pessoal, mais afetuoso.
O plano de Deus sempre foi esse e sempre será! A religião tenta criar obstáculos, fases, ritos para que isso aconteça gradualmente ou não aconteça caso você não seja digno, mas Jesus rompe isso e declara aos seus discípulos que aqueles que o crêem e o seguem são considerados “automaticamente” independente da confissão religiosa, filhos de Deus.
“Mas aos que o receberam, aos que crêem em seu nome, ele deu o poder de se tornarem filhos de Deus” – (João 1:12)
“Filhos, vós bem que sois: Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abbá-Pai! Portanto, já não és mais escravo, mas filho...” – (Gálatas 4:6)
Na compreensão semita daquela época, “céus” significa em todo lugar e não só no céu especificamente, ou seja, que o meu e o seu Pai Celestial está em todo lugar, onipresente.
Se subo aos céus, aí estás! Deito-me nos infernos, aí estás! - (Salmo 139:8)
Sendo assim a primeira frase dessa oração revela:
1. Deus quer ter uma relação pessoal e íntima conosco, como Pai e filho.
2. Oração não é um tipo de invocação “sacro-santo” que não se deva ser franco, honesto, verdadeiro e aberto principalmente, Deus quer que usemos de franqueza como um filho “conversando” com o seu pai.
3. Ter ciência que a pessoa com quem estamos conversando, está não só a par de tudo como presencia tudo o que fazemos e vivemos, portanto não há o que esconder, e não devemos omitir ou mentir para Ele. Deus quer transparência, autenticidade e verdade da nossa parte.
Continua na próxima postagem