domingo, 24 de outubro de 2010

A Oração que Jesus nos Ensinou.- Evangelho de Mateus 6: 9-13

O interessante dessa oração é que não era para ser repetida (como uma oração oca e sem significado), mas que essas palavras fossem refletidas, experimentas, vivenciadas na vida daquele que decidiu por seguir Jesus.

Pai nosso, que estás nos céus,

Nas palavras de Jesus, Deus quer ser chamado e muito mais ser considerado e reconhecido como o teu Pai, esse é o plano, é para isso que Jesus veio, reconciliar, perdoar, remir, libertar e “criar” um laço tão forte que a única maneira de entendê-lo é caracterizá-lo como um laço familiar, deixar de ser servo de Deus para ser filho dEle. Portanto a primeira grande lição que essa oração nos mostra é que Deus quer mudar o tipo de relacionamento conosco, mais íntimo, mais pessoal, mais afetuoso.

O plano de Deus sempre foi esse e sempre será! A religião tenta criar obstáculos, fases, ritos para que isso aconteça gradualmente ou não aconteça caso você não seja digno, mas Jesus rompe isso e declara aos seus discípulos que aqueles que o crêem e o seguem são considerados “automaticamente” independente da confissão religiosa, filhos de Deus.

“Mas aos que o receberam, aos que crêem em seu nome, ele deu o poder de se tornarem filhos de Deus” – (João 1:12)

“Filhos, vós bem que sois: Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abbá-Pai! Portanto, já não és mais escravo, mas filho...” – (Gálatas 4:6)

Na compreensão semita daquela época, “céus” significa em todo lugar e não só no céu especificamente, ou seja, que o meu e o seu Pai Celestial está em todo lugar, onipresente.

Se subo aos céus, aí estás! Deito-me nos infernos, aí estás! - (Salmo 139:8)

Sendo assim a primeira frase dessa oração revela:

1. Deus quer ter uma relação pessoal e íntima conosco, como Pai e filho.

2. Oração não é um tipo de invocação “sacro-santo” que não se deva ser franco, honesto, verdadeiro e aberto principalmente, Deus quer que usemos de franqueza como um filho “conversando” com o seu pai.

3. Ter ciência que a pessoa com quem estamos conversando, está não só a par de tudo como presencia tudo o que fazemos e vivemos, portanto não há o que esconder, e não devemos omitir ou mentir para Ele. Deus quer transparência, autenticidade e verdade da nossa parte.

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terça-feira, 12 de outubro de 2010

ORAÇÃO – Parte I

Fé sem oração, é fé sem vigor!

Oração é comunicação, contato, estreitamento no nosso relacionamento com Deus. A importância do tema fica evidente quando Jesus menciona o assunto em vários momentos, é só ler os evangelhos e logo você verá o Senhor estimulando seus discípulos e outros ouvintes a orar.

É atribuída a oração o aspecto de adoração, não que ela não possua essa característica, mas sobretudo a oração antes de tudo é “contato” com Deus.

Desde os tempos mais remotos (período patriarcal) o homem busca a Deus em oração (invocar, apelo).

“...Foi a partir de então que se começou a invocar o nome do Senhor”. (Gênesis 4:26)

Uma Breve Introdução ao Tema

Tipos de orações que o homem desenvolveu ao longo da história:

1ª Período Primitivo: as orações às divindades tinham por característica a necessidade de solicitar o socorro em função de infortúnios e dos perigos. Se você fizer uma leitura do Antigo Testamento você perceberá essa característica do período.

“Senhor, por vós anseio. Meu Deus, conto contigo; não me decepciones! Que meus inimigos não triunfem sobre mim!” (Salmo 25: 1-2)

2ª Ritual: com a evolução cultural as orações começam a se preocupar com a forma e não com o conteúdo, portanto nessa fase as repetições das palavras poderiam ter um efeito mágico para interferir no mundo real. Um exemplo é as orações da 18 preces que é repetida até hoje nas sinagogas judaicas.

“Senhor, Senhor Deus, criador de todas as coisas, temível, forte, justo, misericordioso, o único Rei, o único bom, o único liberal, o único justo, todo-poderoso e eterno, que salvas Israel de todo mal, que fizeste de nossos pais teus eleitos os santificaste...” (2 Macabeus 1:24-25)

3ª Moralista: na religião grega a petição era centrada em valores morais, mais do que as necessidades, portanto evidenciar esse aspecto poderia de alguma forma comover ou “forçar” os deuses a serem favoráveis aos homens.

“O farizeu de pé, rezava assim consigo mesmo: Ó Deus graças te dou por não ser como os outros homens, que são ladrões malfeitores, adúlteros, ou ainda como esse coletor de impostos...” (Lucas 18:11)

4ª Filosófica: deixando de ser realista e ingênua, agora ela contém em seu bojo reflexões sobre a vida e inclui ações de graça.

“Por isso orei, e o discernimento me foi dado; implorei, e o espírito de Sabedoria veio a mim... (Sabedoria 7:7) ...Deus dos pais e Senhor misericordioso, que fizeste o universo por tua palavra e por tua sabedoria formaste o homem, para que dominasse as criaturas por ti chamadas à existência... (Sabedoria 9:1)”.

Heiler, Friedrich: Das Gebet (1945) – A Oração

Como vemos acima o desenvolvimento da forma e conteúdo das orações ao longo da história humana, de alguma forma contaminou a religiosidade judaica e a compreensão do seu significado.

Mas eis que surge Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus! E diferentemente de tudo o que se entendia e praticava referente a oração Ele ensina qual é a seu verdadeiro significado, função, importância, necessidade, forma etc.

Apesar de não ser o único texto sobre o tema, mas quero analisá-lo por ser uma orientação e ensino específico.

Pai nosso, que estás nos céus,
Dá a conhecer a todos quem tu és,
faze com que venha o teu Reinado.
faze com que se realize a tua vontade,
na terra a imagem do céu.
Dá-nos hoje o pão de que precisamos,
perdoa-nos as nossas faltas contra ti,
como nós mesmos temos perdoado aos
que tinham faltas contra nós,
e não nos introduzas na tentação,
mas livra-nos do Tentador.

(Mateus 6: 9-13)

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domingo, 10 de outubro de 2010

PERDÃO – POQUE É TÃO NECESSÁRIO E PORQUE É TÃO DIFÍCIL?

“Em verdade eu vos declaro: tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra será desligado no céu”. (Mateus 18:18)

Curiosamente esse texto vem sendo usado para outros fins, como por exemplo exigir de Deus que as coisas pedidas e solicitadas em oração ocorram, afinal quando os irmãos se reúnem e “ligam-se” em um propósito aqui na terra isso deverá ocorrer no Reino dos Céus. Entretanto o que Jesus está se referindo é na verdade a respeito da importância e significado do perdão, da reconciliação, do entendimento, da tolerância, da compreensão e muito mais. Se você tiver a oportunidade leia o capítulo 18 de Matheus inteiro e verá o seu contexto, compreendendo assim o que Jesus realmente está querendo dizer.

Bem o nosso olhar não é especificamente sobre o texto, mas sobre o tema: perdão. Essa afirmação de Jesus é forte, afinal podemos compreender que se os meus relacionamentos interpessoais não andam bem então meu relacionamento com Deus também não estará, pois um depende do outro. Como assim?

Não adianta afirmar sua crença e amor em Deus se ao seu redor você cultiva uma série de desentendimentos, mágoas, conflitos, antipatias com os outros, para ter paz com Deus é preciso primeiramente ter paz com o próximo, pois se uma experiência nesse mundo material não é possível de se concretizar, porque no mundo espiritual seria?

“Se alguém disser: “Amo a Deus”, e odeia seu irmão, é um mentiroso. Com efeito, quem não ama o seu irmão a quem vê, não pode amar a Deus a quem não vê”. (1 João 4:20)

Deus quer que coloquemos em prática o amor e a maior manifestação dele é o perdão. O perdão liberta, o perdão limpa a culpa e dor, o perdão acalma, o perdão traz paz de espírito, o perdão tranqüiliza a mente, o perdão tem inúmeros benefícios e nenhum efeito colateral! Deus assim como um pai fica feliz quando vê seus filhos em paz, se você é pai ou mão gostaria de ver um dos seus filhos brigado com o outro, ou alguma outra pessoa? Creio que não, e possivelmente estaria estimulando-o a se reconciliar, afinal essa situação o desagrada. Com Deus também é assim, porém só Deus sabe o mal que a falta do perdão pode causar: rancor, mágoas, infelicidade, descontentamento, doenças na alma alterando o comportamento da pessoa, doenças no próprio corpo resultado de todo esse mal retido e aprisionado que você não libera, não se livra dele.
Assim o perdão faz bem primeiramente para nós mesmos, segundo para quem pedimos ou damos o perdão e principalmente para o nosso relacionamento com Deus.
Mas você deve estar pensando: É muito difícil perdoar!
Então comece hoje mesmo trabalhar esse assunto no seu coração, à princípio peça sinceramente (mesmo que seu coração diga o contrário) para que Deus comece a abençoar a pessoa que você deve perdoar, dê o braço a torcer, não seja teimoso, orgulhoso, arrogante, afinal de que adianta cultivar isso, pois possivelmente a pessoa mais prejudicada é você mesmo. Após se sentir melhor a respeito desse assunto, vá e converse com essa pessoa, diga como você se sentiu, explique o que você passou, mas diga do fundo do seu coração que a perdoa e agora estará orando por ela.
Mesmo que a pessoa não acredite, zombe, ridicularize você, o fato é que você se libertou desse mal e liberou o perdão. Você vai notar que sua alma estará bem mais leve e principalmente sua relação com Deus mais forte. Deixe o Seu Pai Celestial orgulhoso de você quando fizer a coisa certa, dê uma prova de que você realmente o ama, fazendo aquilo que Ele fez por você (perdoando seus pecados) e mostrando que agora você seguirá o seu exemplo.
É no Reino de Deus é assim mesmo, nem sempre as tarefas são fáceis, mas nenhuma delas será impossível, afinal podemos contar com a ajuda do próprio Deus através do Seu Espírito Santo para nos orientar, encorajar e executar a vontade de Deus.

Deus Não Precisa de Advogados!

Talvez o que eu tenho a dizer possa chocar e escandalizar algumas pessoas, mas a verdade é que Deus não precisa de advogados. Vejo muitas pessoas tentando ainda provar a existência de Deus, justificando suas atitudes, defendendo o livro sagrado para judeus e cristãos que fala a respeito dEle.

Vendo os fenômenos da natureza, milagres da vida e procurando nisso o dedo de Deus para mostrar que ele existe e é operante. Também existem aqueles que supervalorizam as tragédias e nelas encontram a justiça divina como se Deus estivesse realmente interessado em matar e punir os que se desviam da “verdade que os outros pregam”.

Bem o fato é que independente de tudo isso que eu citei: Deus é Deus, Ele independe de existir pelo fato de eu acredite nEle ou não! O mundo é mundo desde sempre, portanto grandes eventos naturais, fenômenos transcendentais, milagres naturais, tragédias entre outras coisas sempre acontecerão e não são os únicos argumentos que podem provar a sua existência e ação. Vou mais longe até mesmo pessoas mudarem de comportamento e pensamento através de uma religião não prova a existência de Deus, mesmo porque isso também ocorre em várias religiões e cada uma delas tem seus “testemunhos de conversão e transformação”.
Portanto nossos argumentos, observações, justificativas, apologias etc., nunca serão satisfatórios. Sei que existem livros que contam histórias incríveis que e para quem crê é inspirador, mas para quem não crê ainda não é suficiente.

O que realmente vejo e testemunho dia a dia que prova não só a existência, mas sobretudo um plano de Deus em tudo, é o tempo! Deixe-me explicar: o tempo é fundamental e ele sim é o melhor advogado de Deus (não que Deus precise de um), pois os homens blasfemam, ridicularizam, desacreditam, provam (temporariamente) cientificamente que algumas coisas tem uma explicação lógica e racional para tudo, ignoram alguns elementos espirituais atribuindo-lhes outra interpretação e característica etc., mas o tempo passa e muitas conclusões acabam caindo por terra, outras têm um desdobramento que reforça o que já havia sendo afirmado antes, questões filosóficas que são debatidas e retornam a pensamentos anteriores sobre a necessidade da existência de Deus.

Existem também as experiências individuais e coletivas: homens que a negam a Deus durante anos de suas vidas e se apegam tenazmente as ciências, entretanto nos momentos cruciais precisam crer na existência de um Deus, a própria sociedade passa por épocas mais “supostamente intelectualizadas e materialistas”, mas não demora muito e voltam a ser “espiritualizadas e crédulas”, exemplo: compare as décadas de 60 e 70.

Eu poderia citar mais observações sobre como o tempo advoga a favor de Deus, mas para não me estender vou parar por aqui, portanto independente do acontece e do que é dito ao nosso redor, o tempo vai passar, sereno, constante, inevitável e ele através dos próprios desdobramentos da vida, mesmo não tendo essa função especificamente, acaba mostrando, apontando e provando a existência de um Deus Soberano - acreditando ou não nEle, sempre existirá eternamente. Não é a toa que o significado mais próximo de Iahweh (como Ele é chamado pelos judeus) é – Eterno, ou seja, em seu nome existe uma estreita relação com o tempo (eternidade).

Sendo assim eu não tenho que provar nada! Não tenho que explicar nada! Não tenho que justificar nada, Deus não precisa de mim para isso! O que Ele quer é que eu mude, seja a cada dia uma pessoa melhor, mais parecida com o Seu Filho Jesus, que pregue o amor e perdão, que faça o que é certo e justo, que viva uma vida digna do Seu Reino Eterno, que amor e paz de Deus seja uma realidade na minha vida, que através de Sua presença em minha vida (Espírito Santo) eu possa abençoar a vida de outras pessoas, é só isso o que realmente importa, portanto não perca seu tempo, não gaste as suas energias com questões que o tempo já vai dar provas, esteja focado naquilo que Deus espera que você faça, apenas isso é o suficiente o resto não compete a você fazer, Deus não precisa de advogados!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Exercitando a Fé

“Mas o centurião prosseguiu: Senhor, eu não sou digno de que entres sob o meu teto; dize somente uma palavra e meu servo será curado”.
(Mateus 8:8)


Vivemos em uma época onde o apelo visual é muito grande e as coisas mais fantásticas e extraordinárias são exibidas através de vários meios, a comunicação é instantânea, e dependemos muito dela. Além disso a sociedade é muito aflita e ansiosa, tudo tem que ser para ontem, tudo deve ser automático, instantâneo e imediato.

Claro que não estou me queixando dos avanços tecnológicos que facilitam a nossa vida e as informações que chegam de maneira mais detalhada, cheia de cores e brilhos, entretanto por trás de tudo isso existe um problema: como isso pode afetar a minha fé?

“A fé é um modo de possuir desde agora o que se espera, um meio de conhecer realidades que não se vêem”
(Hebreus 11:1)


Todas essas transformações (avanços) acabaram modificando o comportamento da sociedade em que vivemos e “exercitar” a fé tem sido algo muito complicado. Veja que no versículo acima o autor de Hebreus afirma que “fé é um modo de possuir o que ainda não se têm”, ou seja, atualmente somos condicionados a possuir as coisas o mais rápido possível – não é a toa que existem tantos serviços de entrega que disputam o tempo a tapas.
Como fica essa questão? E o fato de “conhecer realidades que não se vêem”, ou seja, CRER PARA VER E NÃO VER PARA CRER! Isso complica ainda mais.

Vamos voltar ao exemplo do centurião citado no início, claro que ele vivia em uma sociedade bem diferente da nossa, em uma época muito diferente também e é bem verdade que graças a tudo isso, ao contrário do nosso caso, exercitar a fé era algo que tinha menos bloqueios sócio-culturais, mas Jesus afirmou algo surpreendente após a declaração daquele homem: “Em verdade eu vos digo, em ninguém de Israel encontrei tamanha fé”. Ainda sim aquele centurião compreendeu perfeitamente e colocou em prática a fé, e você deve se perguntar, como?

1. Ele tinha consciência de seu lugar e limitação para tentar resolver o problema.
2. Ele tinha consciência do quanto Jesus era misericordioso e poderoso.

É, a resposta é mais simples do que você imaginou, ele sabia quem era Jesus e não duvidou do seu poder! E não exigiu que Jesus resolvesse seu problema, mas corajosamente e humildemente, pediu a um judeu pela vida de uma outra pessoa que ele amava.
Ele se despiu e revelou o que realmente queria, sem rodeios, sem chantagens e bajulações, apenas e simplesmente disse o que precisava de forma direta e honesta.

Que bom seria se pudéssemos exercitar essa atitude todos os dias! Falar francamente, expor o coração de fato na presença de Deus, confiar no Seu amor e também no Seu Poder e saber ESPERAR com humildade e temor o momento certo em que Deus quer agir para o nosso próprio bem. Isso é fé!

Renato
2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Qual o Objetivo de Deus?

“Vinde a mim, todos vós que estais cansados sob o peso do fardo, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque eu sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vossas almas.”
(Mateus 11:28-29)


Será que você já notou que existe um aumento do número novas neuroses, doenças psicossomáticas, comportamentos sociais autodestrutivos, entre outras mazelas?

Não gosto e não sou adepto dessas interpretações apocalípticas que pregam o fim do mundo por qualquer coisa (fenômenos naturais, políticos e sociais), e pior ainda torcem para que o mundo seja destruído mesmo! A minha real preocupação é que vejo o “mundo”, ou seja, a realidade íntima das pessoas sendo destruída, a cada dia existem mais pessoas que se vêem repletas de crises profundas e complexas que resultam em inúmeras doenças na alma.

A vida está mais, acelerada, angustiante, ambiciosa, consumista, auto-destrutiva, individualista, sem espiritualidade real (apenas crendices ocas), e você sabe que estou dizendo a verdade pois as pessoas estão pedindo socorro e recorrendo aos livros de vários gêneros de auto-ajuda, psicologia e espiritualidade.

Mas existe uma saída para toda essa loucura! Creia, se entregue e siga Jesus, pois o seu evangelho (sua mensagem) é para trazer paz de espírito, realização pessoal, contentamento, felicidade, saúde mental e física. Ele veio tirar esse peso que o mundo coloca nas suas costas, toda essa cobrança que você deve ser “o melhor”, essa exigência de conhecimento muitas vezes sem propósito, perfeição estética, essa falsa necessidade do “ter” para ser alguém, enfim todas essas idéias que só trazem tormento e confusão, adoecendo a mente e o espírito humano.

Jesus veio para dizer: Basta! Agora você precisa reaprender a viver e ser feliz.
Então o que você vai fazer?
Acolher o convite dEle ou continuar seguindo o curso desse mundo?
Pense e reflita, decida-se hoje mesmo e não fique adiando a sua felicidade real.